Gran Marcha del Retorno en el Día de la Tierra Palestina

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17:00 Hora da Palestina

Crianças também são feridas pelos francoatiradores israelenses.


Gaza tem 362 km2 e 1.800.000 habitantes, 80% deles são refugiados. Mais de um milhão de moradores de Gaza precisam de ajuda humanitária para sobreviver.  A água não é apta ao consumo humano.

Foto: Mahmud Hams/AFP

Tem energia elétrica só 4 horas por dia. Ainda tem muitos prédios destruídos por causa dos bombardeios.

Foto/Eyad Baba

Israel mantém a Faixa bloqueada faz 11 anos por ar, terra e mar negando aos palestinos o direito ao trabalho, à saúde, educação e à liberdade de ir e vir. Eles dependem da “boa” vontade do Egito de abrir a fronteira, o que raramente acontece. São muitos os doentes terminais que acabam morrendo por não poder sair de Gaza para se tratarem.

A ONU prevê que Gaza pode ficar inabitável em 2020.

A Faixa não tem nenhuma união territorial com a Cisjordânia. Os palestinos da Cisjordânia também têm sérias restrições para sair porque se precisa uma autorização de Israel que muito poucos conseguem.


A repressão israelense continua.


8 palestinos assasssinados e mais de 500 feridos por francoatiradores israelenses em Gaza. Algum líder internacional vai se manifestar sobre este massacre?


As pessoas vivem na sua terra natal. Na Palestina, a nossa terra natal vive em nós.

@learnpalestine

#GreatReturnMarch


Sobe para 7 o número de assassinados por Israel. Tem mais de 500 feridos. Os palestinos põem as vítimas e Israel continua falando que os terroristas são os palestinos.


Mais provas de que a Grande Marcha do Retorno é uma manifestação pacífica, apesar da propaganda dos canais de TV israelenses:

Oren Ziv ActiveStills informa da “fronteira”:

Uma faixa escrita em hebraico diz: “Não estamos aqui para brigar, estamos aqui para retornar ao nosso país.

Foto: Oren Ziv / Activestills

 

Quase 400 feridos e 4 palestinos assassinados até as 14:00 h, hora de Gaza.

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fwalidmahmoudd%2Fvideos%2F1873009819438563%2F&show_text=0&width=267

Redação.- Em 2018 se cumprem 70 anos da Nakba, catástrofe palestina que aconteceu com a declaração unilateral do Estado de Israel. Mais de 700.000 refugiados, pessoas deslocadas, terras, casas roubadas pelo terrorismo sionista. Mais de 400 cidades e aldeais palestinas destruídas.

Faz várias semanas que a comissão coordenadora organiza esta marcha pacífica de 45 dias para exigir que se cumpra o DIREITO AO RETORNO, garantido pela lei internacional, mas não cumprido por Israel. A “comunidade” internacional também não pressiona para que Israel obedeça.

17000 palestinos e palestinos protestam frente à barreira de “segurança” construída por Israel em Gaza.

100 francoatiradores israelenses estão no que o Estado sionista considera a sua fronteira que, na verdade, não tem limites conhecidos.

 

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