Israel no ratificará tratado que prohíbe armas químicas

Estándar

foto_0000000120130912094556Israel no ratificará el tratado que prohíbe las armas químicas, que firmó en 1993, en tanto que otros países de la región las tengan y en tanto que el mundo está pendiente de que Siria destruya su arsenal, aseguró una fuente del Ministerio de Asuntos Exteriores israelí.

Mientras Israel firmó la convención, otros países en Oriente Medio, incluidos los que han utilizado armas químicas recientemente o en el pasado, o los que se cree que trabajan para mejorar sus capacidades químicas, no lo hicieron de inmediato e indicaron que mantendrían su posición incluso si Israel ratificaba la convención“, explicó a EFE la portavoz de la cancillería Ilana Stein.

Algunos de esos Estados, recordó, “no reconocen el derecho de Israel a existir y llaman descaradamente a aniquilarlo“, por lo que la amenaza química contra Israel, “no es ni teórica ni distante”.

Stein indicó que la amenaza no viene sólo de los Estados de la zona, sino también de “organizaciones terroristas que actúan como sus ‘proxies’ (apoderados)”, en clara referencia a la milicia chií libanesa de Hizbulá.

Estas amenazas no pueden ser ignoradas por Israel cuando valora la posible ratificación“, agregó.

La propuesta rusa para el desarme químico de Siria, con el fin de evitar un ataque militar liderado por EE.UU. contra Damasco, podría poner sobre la mesa de nuevo el debate sobre armamento químico en la región.

La Convención sobre la Prohibición del Desarrollo, Producción, Almacenaje y Uso de Armas Químicas y sobre su destrucción fue firmada en 1993 y entró en vigencia cinco años más tarde, integrándose en el Protocolo de Ginebra de 1925 sobre las armas químicas.

Un total de 189 Estados han firmado el texto, que no han rubricado únicamente seis de los países reconocidos por la ONU: Corea del Norte, Egipto, Siria, Angola, Sudán del Sur y Líbano, y han firmado pero no han ratificado otros dos: Myanmar e Israel.

De hecho, el presidente ruso, Vladimir Putin, declaró recientemente a la prensa de su país que el arsenal químico sirio existe en respuesta a las capacidades militares israelíes.

“No creo que vayan a presionar a Israel, porque hay otros países en la región que han dicho que no firmarán incluso si nosotros ratificamos la convención”, aseguró a EFE un responsable israelí que pidió no ser identificado.

Fuente: http://www.cooperativa.cl/noticias/mundo/medio-oriente/israel/israel-no-ratificara-tratado-que-prohibe-armas-quimicas/2013-09-12/094556.html

………………………………………..

Israel diz que não ratificará tratado que proíbe armas químicas

Israel não ratificará o tratado que proíbe as armas químicas, que assinou em 1993, enquanto outros países da região as possuam e em um momento em que o mundo aguarda a Síria destruir seu arsenal, disse nesta quinta-feira (12/09) a porta-voz da chancelaria israelense, Ilana Stein.

“Enquanto Israel assinou o tratado, outros países no Oriente Médio, incluídos os que utilizaram armas químicas recentemente ou no passado, ou os que acredita-se que trabalham para melhorar suas capacidades químicas, não fizeram isto imediatamente e indicaram que manteriam sua posição inclusive se Israel ratificasse a convenção”, explicou Ilana.

Alguns desses Estados, lembrou, “não reconhecem o direito de Israel existir e pedem descaradamente sua aniquilação”, por isso, argumentou a porta-voz, a ameaça contra seu país “não é nem teórica nem distante”.

A proposta russa para o desarmamento químico da Síria, com o objetivo de evitar um ataque militar liderado pelos Estados Unidos contra Damasco, poderia pôr sobre a mesa novamente o debate sobre armas químicas na região. A Convenção sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção, Armazenagem e Uso de Armas Químicas foi assinada em 1993 e entrou em vigor cinco anos mais tarde, integrando-se ao Protocolo de Genebra de 1925.

Um total de 189 Estados assinaram o texto, com exceção de apenas cinco países reconhecidos pela ONU: Coreia do Norte, Egito, Síria, Angola, Sudão do Sul e Líbano. Além disso, dois o assinaram mas não ratificaram a convenção, Mianmar e Israel.

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou recentemente que o arsenal químico sírio existe em resposta às capacidades militares israelenses. O debate coincide com a publicação nesta semana pela revista internacional “Foreign Policy” de uma matéria sobre a descoberta de um documento da CIA de 1983 que indicava a presença de uma possível instalação para a produção e armazenagem de armamento químico em Dimona, no sul de Israel.

Fonte: Agência Efe | Jerusalém

Foto: http://www.laproximaguerra.com/2013/05/israel-prepara-simulacro-ataque-con-armas-quimicas.html

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/31168/israel+diz+que+nao+ratificara+tratado+que+proibe+armas+quimicas.shtml

Anuncios

Los comentarios están cerrados.