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Parceria entre Brasil e Israel deve financiar empresas que operam em assentamentos ilegais

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Por Marina Castro.

O Brasil pode financiar empresas que operam ilegalmente nos assentamentos israelenses nos Territórios Palestinos Ocupados, segundo um relatório do movimento Stop the Wall e da Felap (Frente Árabe Palestina do Brasil) que deve ser publicado nesta sexta-feira (06/09). A iniciativa é decorrente do projeto de cooperação tecnológica entre Brasil e Israel, em que empresas de ambos os países podem se inscrever para receber financiamento até fevereiro de 2014.

O programa é executado em conjunto pela Secretaria de Inovação do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil) e pelo Matimop, que é o Centro Industrial Israelense de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) do OCS (Escritório do Chefe Cientista, na sigla em inglês) no Ministério de Comércio Industrial e Trabalho de Israel.

Segundo o relatório, intitulado “Cooperação Bilateral em Pesquisa e Desenvolvimento Industrial: cooperação com violações israelenses do direito internacional e dos direitos humanos?”, esse tipo de relação “não só direta ou indiretamente legitima as políticas israelenses atuais, mas também contribui para a sustentabilidade da ocupação, colonização e apartheid israelense”.

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Barreira israelense em rua palestina. Organizações em defesa dos palestinos consideram que o Estado judeu fere direitos humanos 

O texto aponta que, das 22 empresas israelenses inscritas no programa até agora, mais de 40% “representam sérias questões de elegibilidade”: ao menos uma das companhias parece ser sediada em Jerusalém Oriental ocupada, uma presta serviços para empresas dos assentamentos e outra é parcialmente detida por uma estatal israelense que opera nos assentamentos e presta serviços à ocupação militar, por exemplo.

Além disso, pelo menos uma empresa está financiando diretamente o fornecimento de equipamentos para uma estatal que presta serviços nos assentamentos, enquanto outra tem um projeto beneficiando as operações de ocupação nas Colinas de Golã Sírio e há suspeitas de que mantém uma companhia nos territórios ocupados.  

O documento aponta ainda que pelo menos duas empresas são sediadas nos Estados Unidos, o que “não é relevante em termos de violações do direito internacional e dos direitos humanos, mas levanta questões de boa-fé”.

Incoerência

A coordenadora de relações internacionais do Stop the Wall, Maren Mantovani, lamentou que um país como o Brasil, um dos mais proeminentes na luta pelo reconhecimento da Palestina, esteja agora agindo na direção contrária e apoiando, mesmo que indiretamente, os assentamentos israelenses.

“O Brasil deu, a nível político, um papel muito importante à soberania dos palestinos”, afirmou Maren. “Nós pensamos que uma cooperação dessa maneira com Israel é apoiar indiretamente as políticas desse país”, lamentou. Ela considerou a iniciativa “um tanto hipócrita” e lembrou que a própria Constituição brasileira assegura os direitos humanos, que seriam desrespeitados pelo Estado judeu.

Entretanto, não é a primeira vez que o Brasil se compromete a cooperar de alguma maneira com Israel. Em abril deste ano, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, assinou convênio com uma empresa militar israelense chamada Elbit, para uma parceria no polo aeroespacial gaúcho, que deve criar a segunda base nacional para lançamentos de satélites.

Outros países

O documento da Felap e do Stop the Wall lembra que países como Estados Unidos e Alemanha assinaram cláusulas territoriais que os impedem de financiar projetos desenvolvidos em terras sob a jurisdição do Estado de Israel depois de 05 de junho de 1967, data de início da Guerra dos Seis dias.

Para a GIF (Fundação Alemã-Israelense para Pesquisa e Desenvolvimento), os alemães assinaram cláusula assegurando que “a GIF pode apoiar apenas projetos realizados dentro das áreas geográficas sob a jurisdição do Estado de Israel antes de 05 de junho de 1967”. O mesmo ocorreu no âmbito das regras de elegibilidade da Fundação Binacional de Ciência Estados Unidos-Israel.

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Sinagoga em Jerusalém Oriental ocupada, mais uma marca da presença israelense entre os palestinos 

O relatório também comemora que a União Europeia tenha publicado orientações detalhadas para financiamento e apoio financeiro a entidades israelenses, cujas diretrizes são “um passo importante para a aplicação dos requisitos de incorporação de normas de direito internacional e de direito existente das instituições da UE que incorporam a lei internacional”.

Entretanto, o texto diz que “é importante salientar que as diretrizes não são um ato político, mas uma operação técnica de aplicar as obrigações legais existentes”. Ainda assim, as organizações agradecem à União Europeia, “em especial devido ao fato de que alguns governos da UE não estão mesmo reconhecendo a soberania palestina sobre os territórios ocupados em 1967”.

O Itamaraty, segundo o Stop the Wall e a Felap, já sabem do problema, inclusive porque o tema foi abordado durante a mesa de Oriente Médio da Conferência Nacional “2003-2013: uma nova política externa”, realizado em julho deste ano na Universidade Federal do ABC.

Amanhã, uma delegação do BNC (Comitê Nacional Palestino pelo Boicote, Desinvestimento e Sanções), se reunirá com o cônsul brasileiro na cidade palestina de Ramallah, embaixador Paulo França. O grupo deve entregar uma carta conjunta de parabéns ao novo ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, que ao mesmo tempo insta o Ministério a suspender o projeto de financiamento entre Brasil e Israel pelo risco de serem apoiadas empresas que atuam nos assentamentos israelenses.

Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/31049/parceria+entre+brasil+e+israel+deve+financiar+empresas+que+operam+em+assentamentos+ilegais.shtml

https://losotrosjudios.com/ repudia cualquier ataque a Siria

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https://losotrosjudios.com/ repudia cualquier ataque a Siria

Prensa israelí provoca a Obama para atacar Siria

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Premios Nobel de la Paz: Peres y Obama, y Primer Ministro Netanyahu.

El retiro del presidente de EE.UU., Barack Obama de realizar una acción militar contra el Gobierno sirio, demuestra el fin de etapa de Estados Unidos como una potencia internacional, así han declarado este lunes los medios de comunicación israelíes.

Tras la decepción de los israelíes de EE.UU. de hacer una intervención militar en el país árabe, los medios israelíes han iniciado alimentar Washington a realizar una ofensiva belicista contra el pueblo sirio.

La decisión de Obama a esperar la respuesta del Congreso para autorizar un ataque contra Siria, tiene un efecto negativo a los aliados de EE.UU. en la región, especialmente en el régimen de Tel Aviv, ha declarado el diario israelí Yediot Aharonot.

La decisión inesperada del mandatario norteamericano para pedir autorización al Congreso representa una apuesta arriesgada que puede tener efectos devastadores en su credibilidad si al final no hay intervención en el país árabe, ha añadido.

De acuerdo con el diario israelí Maariv, EE.UU. tiene dudas en realizar una operación militar contra Siria, y además los estadounidenses han manifestado su rechazo a cualquier intervención militar de Washington en Damasco.

La disposición del Ejército sirio para enfrentarse a las amenazas de los occidentales por un lado y la oposición de la opinión pública con una nueva guerra por otro lado ha creado una brecha entre los aliados de Estados Unidos.

La advertencia de Bashar al-Asad sobre una guerra regional y la de Irán respecto al peligro que amenaza la seguridad de régimen de Israel, también son unos factores importantes que impiden a EE.UU. a realizar un ataque contra el país árabe.

Los aliados occidentales, en particular EE.UU. y Francia han amenazado con atacar Siria después de que el pasado 21 de agosto, los grupos terroristas que operan en el país árabe acusaran al Ejército sirio de un ataque con armamentos químicos, en el cual unas 1300 personas han perdido la vida.

Sin embargo, gobiernos y pueblos de diferentes países a lo largo y ancho del mundo han protestado durante los últimos días ante esa decisión y han pedido la paz para todas las naciones.

El Ejército sirio después de este anuncio encontró en el barrio de Jobar, en Damasco, barriles de gas tóxico con etiquetas en la que se especificaba que eran de fabricación saudí.

Fuente: HispanTv / OICP y http://www.oicpalestina.org/?p=11792

 

Ondean la bandera palestina en el Teatro Colón de Buenos Aires

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Como el año pasado frente al teatro de Nueva York, siguen las protestas contra estos artistas que no tienen vergüenza de venir a representar al estado terrorista de Israel en Buenos Aires. BDS como remedio antiapartheid, funcionó para Sudáfrica, está funcionando para Palestina, por PALESTINA LIBRE.

Jóvenes israelíes se rebelan en apoyo a Palestina

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En el vídeo, publicado en Youtube, el grupo de jóvenes señala que «somos objetores de conciencia israelíes. Eso significa que nos negamos a servir en el Ejército de Israel porque están ocupando a otro pueblo, a los palestinos. Los niños palestinos no pueden ir a la escuela por culpa de los ‘check points’ [controles militares], ni siquiera obtener asistencia médica. Muchos jóvenes palestinos son encarcelados injustamente. Muchos de ellos han sido asesinados o sus casas demolidas. El Gobierno [de Israel] dice que estas políticas nos mantienen a salvo… pero negar a los palestinos sus derechos humanos básicos nos pone a todos en riesgo. Es ilegal. Es incorrecto. Es inmoral. Está en contra de mis principios».

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/sociedad/view/102565-jovenes-israelies-rebeldes-defensa-palestina

Obra de arte: Éxodo II (pero del pueblo palestino)

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Obra de arte: Éxodo II (pero del pueblo palestino)

De İbrahim Özdabak.

Rabino alemán: Israel es la principal amenaza para la paz y la seguridad regionales –

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?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????El judaísmo y el sionismo se contradicen totalmente, declaró el rabino Reuven Mann, al considerar que el régimen de Israel es la principal amenaza para la paz y la seguridad en la región y el mundo. 
El rabino alemán hizo estas declaraciones durante un discurso ofrecido ante decenas de miles de manifestantes que protagonizaban una marcha el sábado en el centro de Berlín, la capital alemana, con motivo del Día Mundial de Al-Quds.

El régimen israelí no es solo un régimen inmoral, sino ilícito, declaró Reuven Mann ante los participantes, entre ellos musulmanes de Irán, Palestina, El Líbano, Turquía, Siria y otros países árabes, que se congregaron en la ciudad alemana pese a las altas temperaturas.

Mann añadió que el aventurismo de los sionistas en el último siglo, no ha dejado más que conflictos, sufrimiento y violencia en la región, especialmente para los palestinos.

El rabino judío abogó por la disolución del régimen israelí de forma pacífica y la devolución de los territorios ocupados a los palestinos como derecho legítimo.

Por su parte, los manifestantes voceaban consignas para apoyar al pueblo de Palestina y condenar los crímenes del régimen de Tel Aviv y la ocupación de Al-Quds (Jerusalén Este).

La liberación inmediata de Al-Quds, enjuiciamiento por los crímenes sionistas y de sus patrocinadores, además de sancionar los productos israelíes en Alemania, se encontraban entre las peticiones de los congregados.

Los activistas condenaron también la política de colonización israelí en los territorios ocupados de Palestina, al declarar que la reanudación de los diálogos de paz, impulsada por EE.UU., es una conspiración para contrarrestar la resistencia.

Por otra parte, algunos sionistas residentes en Alemania intentaron sabotear la marcha portando banderas del régimen de Tel Aviv, pero sus esfuerzos fracasaron por la presencia de la policía.

El rabino criticó la congregación de los partidarios del régimen de Israel, al llamarles antialemanes que son enemigos de los musulmanes.

La manifestación de ayer sábado, aunque se realizó con un día de retraso, registró un éxito rotundo en la conmemoración del Día Mundial de Al-Quds, que se celebra el último viernes del mes del Ramadán, fecha en que el fundador de la República Islámica de Irán, el Imam Jomeini (que descanse en paz) proclamó como el Día Mundial de Al-Quds.

nas/ybm/ab/

Fuente: http://www.hispantv.ir/detail.aspx?id=235442#sthash.L71BjHcv.dpuf